"A água é potável
Daqui você pode beber"

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A mudança do Zé



Veja só que estilosa foi a mudança desse meu amigo aqui. É claro que ele está do outro lado do mundo (nota-se pelo clima bucólico e pelo estado de limpeza das locações). Mais fotos no fixasampa.


Um prazer inenarrável



Cheguei atrasada no trabalho hoje e pedi desculpas a uma uma paciente super elegante, dessas de 55 anos. Ela me respondeu que tudo bem, que o trânsito em São Paulo piorava a cada dia, etc, etc, etc...

E justo quando eu pensei que ela iria entrar no papo de construir mais vias, proibir caminhões, aumentar o rodízio.... ela me falou com a boca bem cheia: "Onde já se viu não ter ciclovia numa cidade como essa? Se tivesse ciclovia, eu iria trabalhar de bicicleta! E o meu marido também! A gente não tem alternativa de ônibus e metrô no caminho que a gente percorre! Tenho que usar o carro. Hoje eu gasto meia hora pra chegar em casa. No ano passado eu gastava 15 minutos!"

E continuou: "Olha, eu gosto do Kassab. Ele é inteligente, ele é culto, viajado... como é que não sabe o quanto não mudaria o perfil do trânsito dessa cidade construindo ciclovias? Como é que não sabe disso? E, poxa, é bem mais barato do que construir ponte, né?! Sabe, quantas pessoas não iriam trocar o carro pela bicicleta? Ía diminuir o trânsito."

Eu não quis nem entrar no assunto de montadoras e outros interesses. Já tava bom. Fiquei feliz logo cedinho.
Politicagens à parte, foi um prazer inenarrável.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

And what about your mind?

Look at all those fancy clothes
But these could keep us warm just like those
And what about your soul, is it cold?
Is it straight from the mold and ready to be sold?

And cars, and phones, and diamonds rings, bling bling
Those are only removable things
And what about your mind, does it shine?
Or are those things concerned you, more then you time?

Gone going, gone everything, gone give a damn
Gone, be the birds, when they don´t want to sing
Gone people, all awkward with their things, gone

Look at you out to make a deal
You try to be appealing but you lose your appeal
What about those shoes you´re in today, they´ll do no good
On the bridges you burnt along the way, oh...

You willing to sell anything, gone with your hurt
Leave your footprints, we´ll shame them with our words
Gone people, all careless and consumed, gone

Gone going, gone everything gone give a damn
Gone be the birds, when they don´t want to sing
Gone people, all awkward with their things, gone...

Dizem por aí....

que já existe uma equipe oficial paulistana de bike pólo. E mais: a primeira equipe brasileira de bike pólo. Os jovens garotos (e garotas) se reunem de 5as feiras ou fins de semana pra jogar (ou qualquer coisa parecida com isso). Aqui estão mais notícias sobre essa coisa doida.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mais uma para o rol das fixas


Essa daí é a Buenaventura do Mengão. Tá lindona a bike que o Mário Canna fez para o meu querido amigo Felipe (o Aragon). Infelizmente ele não será mais um paulista a abalar os alicerces da roda fixa de curitiba, na segunda edição das Fixolimpíadas, em Novembro (veja mais sobre a primeira edição do evento, que ocorreu em São Paulo). O moço é carioca. Mas tudo bem... já que ele tem grandes chances de ser o campeão estadual. Não vejo a hora de ver essa bike rodando por aí!

sábado, 17 de outubro de 2009

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

15 de outubro, parabéns Professor

"O Deputado Estadual Paulista, Dr. Antonio Carlos de Salles Filho, no mandato 1947/51, é o autor do Projeto de Lei que instituiu tal homenagem, em âmbito do território do Estado de São Paulo - e, mais tarde, já como Deputado Federal, no mandato 1955/59, fê-lo com espectro e abrangência nacional, passando os abnegados professores a, pelo menos isto, terem seu dia especial, 15 de outubro" (Antonio Luiz Barros de Salles).

COMO SURGIU:

Tudo começou com um decreto imperial, de 15 de outubro de 1827, que trata da primeira Lei Geral relativa ao Ensino Elementar. Este decreto, outorgado por Dom Pedro I, veio a se tornar um marco na educação imperial, de tal modo que passou a ser a principal referência para os docentes do primário e ginásio nas províncias. A Lei tratou dos mais diversos assuntos como descentralização do ensino, remuneração dos professores e mestras, ensino mútuo, currículo mínimo, admissão de professores e escolas das meninas.

A primeira contribuição da Lei de 15 de outubro de 1827 foi a de determinar, no seu artigo 1º, que as Escolas de Primeiras Letras (hoje, ensino fundamental) deveriam ensinar, para os meninos, a leitura, a escrita, as quatro operações de cálculo e as noções mais gerais de geometria prática. Às meninas, sem qualquer embasamento pedagógico, estavam excluídas as noções de geometria. Aprenderiam, sim, as prendas (costurar, bordar, cozinhar etc) para a economia doméstica.

Se compararmos a lei geral do período imperial com a nossa atual lei geral da educação republicana, a Lei 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), persegue ainda ideais imperiais, ao estabelecer, entre os fins do ensino fundamental, a tarefa de desenvolver a “capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo”. Portanto, mais de um sesquicentenário da lei, perseguimos os meus objetivos da educação imperial.

A Lei de 15 de novembro também inovou no processo de descentralização do ensino ao mandar criar escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império. Hoje, além da descentralização do ensino, para maior cobertura de matrícula do ensino fundamental, obrigatório e gratuito, o poder público assegura, por imperativo constitucional, sua oferta gratuita, inclusive, para todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria (Inciso I, artigo 208, Constituição Federal).

A remuneração dos professores é, historicamente, o grande gargalo da política educacional, do Império à Nova República, de Dom Pedro I a Fernando Henrique Cardoso I e II. O grande mérito do Imperador, ao outorgar a Lei de 15 de outubro de 1827, foi o de não se descuidar, pelo menos, formalmente, dos salários dos professores. No artigo 3º da lei imperial, determinou Dom Pedro que os presidentes, em Conselho, taxariam interinamente os ordenados dos Professores, regulando-os de 200$000 a 500$000 anuais, que eqüivalem a R$ 8.800,00 (isto é, a um salário mensal de R$ 680, considerando o 13º) à R$ 22.000(R$ 1.700, por mês), aproximadamente.

Os dados mostram como os professores, no século XXI, em se tratando de remuneração, recebem bem aquém dos parâmetros estabelecidos pela lei imperial, no longínquo século XIX. De acordo com dados recentes do Ministério de Educação, do total de professores, 65% ganham menos que R$650, 15% ganham entre R$650 e R$900 e 16% ganham mais de R$900. O salário médio mensal, de acordo com o senso do Ministério de Educação, é de R$1.474 nas escolas federais, R$656 nas particulares, R$584 nas estaduais e R$372 na municipais. Nos municípios cearenses, ainda encontramos milhares de professores recebendo (e com atraso) menos do que um salário mínimo vigente.

Atualmente, a Constituição Federal de 1988, no seu inciso V, artigo 206, garante, como princípio de ensino, aos profissionais de ensino, planos de carreira para o magistério público, com piso salarial profissional, mas até agora, não há vontade política para se determinar o valor do piso salarial profissional condigno para os professores.

A Lei de 15 de outubro de 1827 trouxe, por fim, para época, inovações de cunho liberal como a co-educação, revelada através da inclusão das meninos no sistema escolar e que as mestras, pelo artigo 13, não poderiam perceber menos do que os mestres.
A formação dos professores foi lembrada pela lei imperial. No seu artigo 5º, os professores que não tinham a necessária instrução do ensino elementar iriam instruir-se em curto prazo e à custa dos seus ordenados nas escolas das capitais.

Preocupados, hoje, com os 210 mil professores leigos, sem formação sequer do pedagógico ofertado no ensino médio, o Brasil contemporâneo, através da Emenda Constitucional n.º 14, de 12 de setembro de 1996 , a LDB, o Fundef, todos promulgados em 1996, orientam os governantes e as universidades para as licenciaturas breves, na luta contra esse déficit de professores habilitados para o magistério escolar, mas com o apoio financeiro do poder público em favor dos professores de rede pública de ensino (Magister, no Ceará, é um bom exemplo).

A expectativa da sociedade, política e civil, é a de habilitar, em nível superior, até o ano de 2007 (???), o grande contigente de professores leigos da educação básica. Será que, ao comemorarmos o Dia do Professor em 2007, 180 anos depois da primeira geral da educação imperial, teremos atingido esse desiderato republicano? "

(Adaptado de Vicente Martins - Professor Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), de Sobral)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Poema



Te procurei em todas as pessoas que encontrei
tantos rostos, luz forte, falação...
Na troca de calor daquele abraço, fechei os olhos
Eu te reconheci

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Procon?


O consumidor não aceitou em simples "não" como resposta. voou pela United Airlines e, ao pisar em terra firme, viu seu querido violão quebrado. Reclamou, tentou de todo jeito uma indenização. Ficou puto com o descaso da companhia e fez um clipe. O clipe original ficou famoso na internet, com mais de 5 milhões de exibições só no YouTube. Aposto que agora ouviram ele.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A Revolução (Fashion) da Bicicleta



Vancouver se entitula a cidade das bicicletas. Além do expressivo investimento do poder público em infraestrutura, segurança e mobilidade para a bicicleta como meio de transporte, uma mini revolução fashion acontece por lá, no que diz respeito às bicicletas.

foto: Matt Blackett

Mesmo ainda não se comparando à Amsterdam e Copenhagen, por onde se olha há ciclistas. As ciclovias ligam toda a cidade e a contornam. O museu de Vancouver exibe uma exposição sobre a bike fashion revolution e redefine a bicicleta como "um veículo de auto-expressão artística, um símbolo cultural provocativo e uma ferramenta para mudança social".


Originalmente, pedalar em Vancouver era algo mais pro lado funcional ou vinculado a idéias de proteção ambiental. Agora, a bike é cheia de diferentes estilos de uso e "exibição", por diversos tipos de pessoas. O curador da exposição no museu identificou 42 "tribos" de pedalantes em Vancouver.

Ali todo mundo tem uma opinião - boa ou ruim sobre a bike. E isso já é sensacional, porque não existe motorista que não saiba do ciclista. A massa crítica de Vancouver acontece toda ultima sexta-feira do mês e chega a alcançar 3000 pessoas.

Vancouver critical mass


Maior moda. Além de muito charmoso, de encher os olhos de quem visita a cidade, isso estimula o mercado da bike por lá o que torna as necessidades dos ciclistas bem mais interessantes politicamente. E garante a mobilidade deles. Já a nossa...


Mais Informações
Vancouver

domingo, 2 de agosto de 2009

O Bonde de Curitiba



Está aí: a história de um final de semana inesquescível

Gripe Suína x Gripe Comum


Informe-se. Uma boa idéia para se publicar.

sábado, 1 de agosto de 2009

Fixolimpíadas - arrasou!




Ocupando coloridamente o espaço público, eles (as) pedalaram de fixa por São Paulo, disputando provas bem humoradas, em diversos pontos da cidade. Dentre as categorias, skid, freestyle, ladeira e estátua.

As Fixolimpíadas, oragnizadas pelo FIXASAMPA e pelos próprios participantes, durou o Sábado inteiro (dia01/07), e acabou com uma bela confraternização regada à cerveja, petiscos e risadas, em que o campeão geral Rafa Rodolfo doou seu prêmio em prol da confraternização geral.

O segundo maior espetáculo da Terra deixou São Paulo mais bonita, e os corações dos participantes cheios de adrenalina, amizade e de um gostinho de quero mais.



fotos e apoio: JUICESTUDIO

sexta-feira, 10 de julho de 2009

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Maria Joana

Maria. Maria Joana. Depois que dancei contigo, tive sonhos proibidos durante uma sumana.

Uma das coisas que eu adoro é fotografia. Imagem e arte.


(pena que eu não sei de quem é)



quinta-feira, 18 de junho de 2009

Pedalando Pelado Pelo Mundo

Vancouver Sun: Vancouver (Canadá) pedalou pelada no Domingo.



Contra a cultura do automóvel, a dependência do petróleo e a displiscência de motoristas, centenas de cidadãos pedalaram pelados, no Domingo passado. Em junho, O World Naked Bike Rid também acontece em diversas cidades do mundo.

Corpos pintados pedem consciência

Depois da pedalada, o merecido descanço ao ar livre. Literalmente.


terça-feira, 16 de junho de 2009

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Poesia


Minha irmã querida sempre me conta algumas pérolas da pscicologia. Então eu fico sabendo de coisas muito psicoloucas, e, vez ou Itálicooutra, coisas lindas me aparecem. 


"Dedicado com amor à 
Rofreta L. Walker.

Empurrei minha carroça até sua estrela."

(de Alexander Lowen, psicolouco, no livro Medo da Vida)

terça-feira, 26 de maio de 2009

The truth will set you free


The gunfire around us makes it hard to hear.

But the human voice is different from other sounds.
It can be heard over noises that bury everything else.
Even when it’s not shouting. Even if it’s just a whisper.
Even the lowest whisper can be heard...
...over armies… when it’s telling the truth

(por Sydney Pullock, do filme A Intérprete)


Mesmo quando é dita bem baixinho, há poucas coisas que têm tanto poder quanto a Verdade. E poucas coisas libertam tanto.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

De bike pro trabalho






Vancouver é sensacional. Uma cidade canadense miudinha que dá um show de mobilidade urbana. O incentivo ao uso da bike vem do poder público, iniciativa privada e das próprias pessoas.


Nesse mês, aconteceu por lá a Semana de Bike pro Trabalho. Maior farra. Diversão, convivência, comidinhas, massagem, informação e incentivo ao uso da bike como meio de transporte.



E como estamos falando de ciclistas.... sobra criatividade! Adorei.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Bike Commuting por aí


Nova Yorque ampliou em 35% o bike commuting em 1 ano.


E iniciativas privadas têm feito isso em cidades européias. A idéia é ótima, mas precisa de incentivo do poder público (que ocorreu em NY).

posto de aluguel de bike (claro que é na europa)

Coisas parecidas começam a acontecer por aqui, mas a estrutura ainda é muito precária. E a infra-estrutura, inexistente. Aí desanima, né?




quarta-feira, 6 de maio de 2009

Não separe o carro o que a bicicleta uniu

Esses vídeos simples e cheios de argumento são dicas do meu amigo querido Camillo, diretamente do outro lado do mundo...

Ciclovias e calçadas previnem que as cidades tornem-se exclusivas dos donos dos veículos. Permitem que as cidades sejam compartilhadas por todos

"É barato. Eficiente. Usa pequenos espaços. Silencioso e não polui."



E também é divertido, humanizador, integrador, faz bem à saude do corpo e da mente.

Que inveja...

quarta-feira, 29 de abril de 2009

quarta-feira, 11 de março de 2009

PEDALAR PELADO? COMO ASSIM?


# Pedadar pelado é desconfortável?

Surpreendentemente, para homens ou mulheres, não é tão diferente de pedalar vestido. Além disso, os percursos serão definidos em grupo, privilegiando os menos experientes e a coesão do grupo. Portanto, não são esperadas grandes subidas ou velocidades, aumentando o conforto de quem pedala.

# Por que vocês estão pedalando pelados?

Para pedir respeito e atenção dos motoristas e da cidade. Nus é como nos sentimos no trânsito de São Paulo. Precisamos da atenção e consciência dos motoristas.

Para celebrar o transporte através da bicicleta (www.bicicletada.org).

Para celebrar o corpo humano (http://www.worldnakedbikeride.org/).

Porque não apoiamos a cultura da valorização só do automóvel (http://www.ta.org.br/sociedadedoautomovel/).

Porque São Paulo precisa tornar consciente a presença do ciclista (http://tessie27.multiply.com/journal/item/7).

Por motivos pessoais (isso é de cada um).

# Preciso ir de bicicleta?

Não, não é preciso. Sendo transporte não motorizado, venha como quiser (skates, patins, à pé, triciclos...). Recomendo trazer boa vontade. Mas se não der... lá tem de sobra.

# Preciso ficar totalmente nu?

Não. De novo, venha como quiser. O lema é o "quão nu você ousar". Haverá gente nua, gente vestida, meio nua, meio vestida, gente de corpos pintados, adereços, dizeres... O importante é estar presente. Será bem recebido! Você pode inclusive decidir na hora se tira ou não tira.

# Posso me machucar pedalando pelado?

Somente se não usar óculos de sol ou protetor solar. Ou se cair da bicicleta. Mas isso depende de seus cuidados, e não do fato de estar nu. Recomenda-se o uso de capacetes também, porém isso não é obrigatório. Aliás, não se obrigue a nada. Para participar é preciso somente aparecer.

# Mas como a pessoa se sente em pedalando pelado?

Bom... como qualquer pedalada. Só com um pouco mais de frio. Mas dependendo do que você tem em mente, pode se sentir mais livre e feliz. Só que aviso: isso é contagiante.

# E se eu ficar com frio, posso ir embora?

Pode. Mas não vai, não... Espera um pouquinho que o frio passa. Vai ter muita energia lá.

# Não vai machucar minhas genitais?

Não, não vai. Novamente, é como pedalar vestido. Escolha um selim confortável e limpo, que não haverá problemas. Você pode ficar, sim, dolorido, se não pedala faz tempo. Mas isso não tem nada a ver com o fato de estar nu.

# E se meu corpo não for sarado?

Melhor ainda. Você estará no meio de muitos como você: ou seja uns diferentes dos outros. Celebrando o seu momento, o seu corpo, o seu transporte. A sua cidade. As ruas são para as pessoas. Qualquer comportamento desrespeitoso é desencorajado. Fazemos barulho por respeito. Desrespeito entre nós é inaceitável.

# Mas sou mulher... tenho vergonha...

http://tessie27.multiply.com/journal/item/11/Mulheres_no_WNBR

# Posso levar cartazes?

Sim!!! Por favor!!!

# Posso pintar o corpo?

Sim!!! por favor!!! Chegue por volta do meio dia e participe. Traga seus adereços e idéias. Traga sua alegria e sua voz. Todos serão bem aceitos.

# E quem organiza isso?

Não sei.

# Quem é o responsável?

Não há.

# E se chover?

Aì, claro, tá tudo confirmado!

Pedalada Pelada - WNBR


"Eu uso roupa colorida, capacete, pisca-pisca e mesmo assim ninguém me vê! Se eu fizer o inverso, tirar a roupa, será que vão reparar em mim?" (ciclista, na edição do ano passado)

Mas... e pelados? Será que seremos vistos?

Nós vamos tirar a roupa porque nus é como nos sentimos no trânsito de São Paulo: frágeis, expostos, sem proteção. Porque a nossa esperança é sermos vistos pelos motoristas. Esse é o nosso meio de transporte - e quanto mais passarmos despercebidos nas ruas, mais acidentes acontecem.

A gente quer é exposição SAUDÀVEL. Queremos respeito.
Veja um vídeo e um relato de como foi no ano passado, com cerca de 500 ciclistas na Av. Paulista!!



Quando? Dia 14 de março de 2009

Aonde? Praça do Ciclista

Que horas? Concentração a partir do meio dia, "peladada" as 14h00.

É obrigatório ficar nu? Nada é obrigatório nessa vida, o lema é O quão nu você ousar.

Não tenho Bicicleta, não posso participar? Ao lado da Praça do Ciclista tem dois estacionamentos onde é possível alugar bicicletas pelo sistema de aluguel do Metrô de São Paulo, pergunte a um ciclista na Praça. Uma dica, se for alugar uma Bicicleta, chegue cedo pois é necessário realizar cadastro e essa burocracia pode demorar.

Qual será o trajeto? Esse é um movimento horizontal, sem lideranças ou representantes. Tudo é decidido pelo que a maioria decidir. Mas se tem medo de não aguentar, fique tranquilo, pois a maioria dos ciclistas deve levar isso em consideração e o trajeto proposto será um acessível ao maior número possível de ciclistas.


QUÊ? TIRAR A ROUPA? COMO ASSIM?


Visite também:

Site mundial do movimento WNBR.org (external link)
Página oficial do WNBR de São Paulo (external link)